Minhas atividades desenvolvidas ao longo do curso de Administração Pública da UFOP.
BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
DISCIPLINA: MICROECONOMIA
PROFESSOR: WILSON JOSÉ
ATIVIDADE AVALIATIVA 1
Questões:
(1) Cite e defina os quatro princípios que envolvem o processo de tomada de decisão.
R:
Principio1: As pessoas enfrentam uma situação em que há conflito de escolha, que se caracteriza em uma ação econômica que visa à resolução de problema mas acarreta outro, as pessoas precisam fazer escolhas, e essas escolhas não são de graça. A escassez dos recursos é um aspecto muito importante, visto que nunca temos tudo o que desejamos, por exemplo, cada vez mais sentimos falta de um dos bens mais preciosos, o tempo. Se o tempo não fosse tão escasso poderíamos fazer muitas das coisas que temos que deixar para trás quando optamos por outra.
Principio 2: O Custo de alguma coisa é aquilo de que se desiste para a obter o custo real de alguma coisa é o que o indivíduo deve despender para adquiri-lo, ou seja, o custo de um produto ou serviço refere-se àquilo que tivemos que desistir para conseguir compensar com outra coisa. Sempre que uma pessoa tem que tomar alguma decisão direta ou indiretamente vai comparar custos e benefícios. Nem sempre a relação custo - beneficio se traduz em moeda, mas também em enriquecimento intelectual ou lazer.
Por exemplo, quando saímos de casa para trabalhar podemos ir de carro ou de carro. Se optarmos por ir de carro, certamente que os custos de combustível, desgaste e a chatice de condução, se for o caso, são superiores ao bilhete de carro.
Principio 3: As pessoas racionais pensam na margem, Por exemplo, supondo que um grupo de quatro amigos foram jantar, e decidem ir de táxi para casa. O taxista cobra R$ 10,00 a cada um pela viagem. Acontece que apenas 3 têm os R$ 10,00 o outro apenas tem apenas R$ 5,00. Será que o taxista deve-o levar a casa por apenas R$ 5,00 ou não? À primeira vista diríamos que não. No entanto se pensarmos melhor, o taxista vai ter que fazer a viagem para levar os outros e ainda tem um lugar vago no carro, logo é lhe vantajoso levar o rapaz por R$ 5,00. Pessoas são consideradas racionais e, por isso, elas pensam nos pequenos ajustes incrementais de todas as suas decisões, nos ganhos adquiridos em função das suas escolhas. Isto significa que as pessoas e empresas podem melhorar seu processo de decisão pensando na margem. Portanto, um tomador de decisão considerado racional deve executar uma ação se, e somente se, o resultado dos benefícios marginais forem superiores aos seus custos marginais.
Principio 4: As pessoas reagem a incentivos. Quando se diz que as pessoas reagem a incentivos, entende-se por mudança de opinião sempre que os custos ou benefícios variam. Por exemplo, num ano em que a cultura da batata seja fraca, faz com que o preço aumente, provavelmente nessa altura as pessoas optam por consumir mais arroz ou massa. Outra situação atual, é o fato de o preço do tabaco ter aumentado significativamente, o que leva as pessoas pouco a pouco ou deixarem de fumar ou reduzirem a quantidade. Como elas tomam suas decisões levando em conta os benefícios e seus custos, qualquer alteração nessas variáveis pode alterar o comportamento da sua decisão. Assim, qualquer incentivo que ocorra pode alterar a conduta do tomador de decisões. Nota-se que os formuladores de políticas públicas fazem bastante uso deste princípio.
2) O que é um “bem”? Como podem ser classificados os bens?
Bem é tudo aquilo que permite satisfazer uma ou várias necessidades humanas.
Os Bens são classificados quanto à sua raridade: Bens Livres e Bens Econômicos.
Bens Livres: São aqueles que existem em quantidade ilimitada e podem ser obtidos com pouco ou nenhum esforço humano, ou seja, sua utilização não implica relações de ordem econômica. Bens Livres não possuem preço, isto é, tem preço zero, como o mar, a luz solar, o ar. O ar é um bem livre, pois a terra oferece ar para todas as pessoas em quantidades maiores do que as desejadas por todos os indivíduos.
Bens Econômicos: São relativamente escassos e supõe a ocorrência de esforço humano na sua obtenção, por esse motivo, possuem preço, ou seja, preço maior que zero. Escassez de recursos disponíveis acaba gerando a escassez de bens econômicos.
3) Quais são os bens econômicos?
Tipicamente, um bem econômico é algo tangível, em contraste com os serviços, que são intangíveis. Como tal, pode ser comprado e vendido. Por exemplo, um carro, um computador, uma maçã são bens tangíveis, enquanto que um corte de cabelo é um serviço intangível.
4) Como se classificam os bens materiais?
Bens Materiais são de natureza material, tangíveis, e podemos atribuir características como peso, altura etc. Por exemplo: alimentos, roupas, livros, eletrodomésticos, classificam-se quanto ao seu destino em Bens de Consumo e Bens de Capital.
5) Como são classificados os bens de consumo e de capital?
Bens de Consumo: são aqueles diretamente utilizados para a satisfação das necessidades humanas. Podem ser duráveis, usados por muito tempo, como os móveis, os eletrodomésticos, ou não duráveis, desaparecem uma vez utilizados, como alimentos, cigarro.
Bens de Capital ou Bens de Produção: são aqueles que permitem produzir outros bens. Como as máquinas, computadores, equipamentos, instalações, edifícios Tanto os bens de consumo quanto os bens de capital são classificados como: Bens finais: são bens acabados, pois já passaram por todas as etapas de transformação possíveis. Bens intermediários: consistem nos bens que ainda estão inacabados, que precisam ser transformados para atingir a sua finalidade principal. Por exemplo: aço, vidro e borracha usados na produção de carros.
6) Conceitue Bens Públicos e Bens Privados.
Bens públicos: são bens não exclusivos e não disputáveis. Referem-se ao conjunto de bens fornecidos pelo setor público, tais como: transporte, segurança e justiça.
Bens privados: são bens exclusivos e disputáveis. São produzidos e possuídos privadamente, como, por exemplo: televisão, carro, computador etc.
7) Cite e conceitue os Agentes econômicos.
Os agentes econômicos são pessoas de natureza física ou jurídica que, através de suas ações, contribuem para o funcionamento do sistema econômico, tanto capitalista quanto
Socialista. Podem ser: Empresas: agentes encarregados de produzir e comercializar bens e serviços, ligados por sistemas de informação e influenciados por um ambiente externo. A produção se dá pela combinação dos fatores produtivos adquiridos junto às famílias. As decisões da empresa são todas guiadas para o objetivo de conseguir o máximo de lucro e mais investimentos; Família: inclui todos os indivíduos e unidades familiares da economia e que, no papel de consumidores, adquirem os mais diversos tipos de bens e serviços, objetivando o atendimento de suas necessidades. Por outro lado, são as famílias os proprietários dos recursos produtivos e que fornecem às empresas os diversos fatores de produção, tais como: trabalho, terra, capital e capacidade empresarial. Recebem em troca, como pagamento, salários, aluguéis, juros e lucros, e é com essa renda que compram os bens e serviços produzidos pelas empresas. O que sempre as famílias buscam é a maximização da satisfação de suas necessidades; Governo: inclui todas as organizações que, direta ou indiretamente, estão sob o controle do Estado, nas suas esferas federais, estaduais ou municipais. Vez por outra, o governo atua no sistema econômico, produzindo bens e serviços, através, por exemplo, da Petrobrás, das Empresas de Correios etc. Portanto, tanto as empresas quanto as famílias e os governos se interagem o tempo todo, dando o toque econômico de onde resultam as mais diversas explicações.
8) Quais as principais contribuições para o pensamento econômico, da:
- Escola Clássica; A primeira corrente moderna de pensamento econômico é chamada escola clássica. Seus mais famosos representantes foram: Adam Smith, Jean-Baptiste Sav, David Ricardo, Thomas Malthus e John S. Mill. Esta escola tem seu nascimento com a publicação “The Wealth of Nations” em 1776 por A. Smith e é considerada ativa até os meados do século XIX. Em períodos anteriores, a atividade econômica era considerada como parte integrante da Filosofia Social, da Moral e da Ética. Os conceitos de troca (Aristóteles), preço justo (São Tomás de Aquino) e a condenação da usura, decorriam da moral católica.
-A escola clássica crê que, sozinha, a livre concorrência seria capaz de regular a economia. Os clássicos propõem que embora os agentes econômicos individuais busquem apenas o seu próprio interesse, o mercado em que vigore a livre concorrência garante (por um mecanismo misterioso que Smith denominou de "a mão invisível") a alocação mais eficiente dos recursos e da produção. Assim, os “clássicos” entendem que ao governo (além do básico, que é garantir a lei e a ordem) cabe apenas o papel de garantir a livre concorrência, de modo que a oferta de cada bem acabe sempre por igualar a procura. Segundo esta teoria, os elementos que determinam esse equilíbrio entre oferta e procura são os preços (o preço do trabalho, nesse caso, seria o salário). De modo resumido suas principais contribuições podem ser: Liberdade individual ampla, Direito inalienável à propriedade, Livre iniciativa e concorrência e afastamento do estado da economia.
A base do pensamento da Escola Clássica é o liberalismo econômico defendido pelos fisiocratas, cujo principal membro foi Adam Smith, o qual não acreditava na forma mercantilista de desenvolvimento econômico, mas sim na concorrência que impulsiona o mercado e consequentemente faz girar a economia. A teoria clássica surgiu do estudo de como conseguir manter a ordem econômica, através do liberalismo e da interpretação das inovações tecnológicas provenientes da Revolução Industrial. trabalho em várias linhas de emprego. De acordo com o pensamento de Adam Smith, a economia não se deveria limitar aos metais preciosos e ao enriquecimento da nação, pois, segundo o mercantilismo, desta nação fazia parte apenas a nobreza, sendo que, a restante população estaria excluída dos benefícios provenientes das atividades economicas. A preocupação fundamental era a de elevar o nível de vida de todo o povo.
- Escola Marxista; Adam Smith e Karl Marx ocupam posições opostas no espectro de idéias político-econômicas. Enquanto Smith advogava a liberdade para o mercado, Marx foi o introdutor do socialismo. Para Karl Marx, a sociedade capitalista funciona de modo que o rico proprietário é beneficiado enquanto o pobre trabalhador é prejudicado. Em outras palavras, ele acreditava que o capitalismo tinha a característica intrínseca de favorecer os ricos e explorar os pobres. A grande obra de Marx é O Capital, cujo primeiro volume foi publicado em 1867. Lá ele trata de fazer uma extensa análise da sociedade capitalista. É predominantemente um livro de Economia Política, mas não só. Nesta obra, Marx investiga além da economia, a sociedade, a cultura, a política e a filosofia. Marx resumiu seu conceito no primeiro parágrafo do “Manifesto Comunista” de 1948: “A história de todas as sociedades existentes é a história da luta de classes”. Marx argumentou que o capitalismo produziria tensões internas que levariam a sua inevitável destruição. Ele também acreditava que socialismo substituiria o capitalismo da mesma forma que este substituiu o feudalismo. Ela acreditava também que a aplicação do socialismo daria origem a uma sociedade sem classes, sem fronteiras nacionais que chamou de “puro comunismo”. As contribuições efetivas de Karl Marx sobre o sistema capitalista estão reunidas nos três volumes da obra O Capital. O volume I foi publicado em vida e os outros dois alguns anos após sua morte. Depois da propagação da teoria formulada por Marx, que ficou conhecida como Marxista, o mundo não foi mais o mesmo.
Foi no estudo do processo de acumulação capitalista que Marx observou a gênese das crises, ora de superprodução, ora de estagnação, bem como a distribuição da renda. Para ele, o valor da força de trabalho despendido para produzir uma mercadoria era determinado pelo tempo de trabalho empregado na produção da mercadoria. Logo podemos dizer que Marx refere-se a compreensão de um valor social.
-Escola Neoclássica; A escola neoclássica do pensamento econômico caracterizou-se pelas contribuições que deu para o conhecimento da utilidade de um bem e de sua escassez. Caracterizou-se igualmente pela abordagem microeconômica e pelo forte ferramental matemático com que fundamentou suas teorias sobre o equilíbrio da economia. A esta escola devemos conceitos importantes como: elasticidade-preço; dos rendimentos decrescentes. Os principais vultos desta escola foram Alfred Marshall (1842-1924), Léon Walras (1834-1910), Carl Menger (1840-1921) e Willian Stanley Jevons(1835-1882).
Podemos dizer que o desenvolvimento deste pensamento foi evidenciado em 1870, ano que marcou a mundialização das relações econômicas, e estendeu-se até 1929, quando uma grande crise atingiu as economias dos países, colocando em suspense os pressupostos da Ciência Econômica dos clássicos. A Escola Neoclássica foi uma extensão da Escola Marginalista, por buscar a integração da Teoria do Valor com a Teoria do Custo de Produção. Uma maior otimização dos recursos devido à escassez passou a ser objetivada. Destacamos como sendo da Escola Neoclássica: Vilfredo Pareto: político, sociólogo e economista italiano, que formulou a famosa teoria do bem-estar social, influenciado pelos princípios do equilíbrio geral. Sua principal obra, Manual de Política Econômica, foi publicada em 1906. Pareto influenciou a análise atual onde se discute o grau de satisfação dos indivíduos, ao aperfeiçoar a teoria de Walras. De acordo com Brue, o estado ótimo de Pareto implica em: uma distribuição ideal de bens entre os consumidores; uma alocação ideal técnica de recursos e quantidades ideais de produção (BRUE, 2006, p. 394). Léon Walras: demonstrou em suas formulações a interdependência entre os preços, quando na busca pelo equilíbrio geral macroeconômico da economia. Pertenceu a Escola Matemática de Lausanne (PINHO;VASCONCELLOS, 2003, p. 36-37). Alfred Marshall: nascido em Bermondsey, um subúrbio de Londres, em 26 de julho de 1842. Filho de William Marshall e Rebeca Oliver, cresceu no bairro londrino de Clapham. Estudou em Cambridge, onde se dedicou à matemática, à física e, posteriormente, à economia. Morreu em julho de 1924, aos 81 anos. Foi um dos mais influentes economistas de seu tempo. Em seu livro, Princípios de Economia (Principles of Economics) procurou reunir num todo coerente as teorias da oferta e da demanda, da utilidade marginal e dos custos de produção, tornando-se o manual de economia mais adotado na Inglaterra por um longo período.
- Keynesiana. O Keynesianismo é uma teoria econômica baseada nas idéias de John Maynard Keynes que foram apresentadas em “The General Theory of Employment, Interest and Money” em 1936. Pode-se entender que suas idéias são influenciadas pelo momento histórico que viveu: a grande depressão dos anos 1930! Sua visão era que os comportamentos gerais (macroeconômicos) se superpunham aos comportamentos individuais (microeconômicos). A conclusão principal de Keynes era a inexistência de um mecanismo automático que controlasse definitivamente o desemprego. Suas idéias conflitavam frontalmente com o pensamento clássico puro. Ele argumentava que as políticas governamentais deveriam ser usadas para promover a demanda por bens e serviços. Assim, segundo Keynes, o papel do governo interferindo na economia era importante para combater o desemprego como ocorreu nos anos de 1930 nos USA. Pode-se notar que suas idéias dão suporte ao plano de recuperação de economia, aplicado pelo presidente americano Franklin Delano Roosevelt (FDR) no período de 1933 a 1937. Este plano ficou conhecido como “New Deal”. Um fato curioso é que FDR era muito amigo do, então, presidente brasileiro Getúlio Vargas. Em 27 de novembro de 1936, FDR disse: “Duas pessoas inventaram o new deal: o presidente do Brasil e o presidente dos Estados Unidos”. É impossível não perceber a semelhança da grande recessão com a crise mundial recente. Ainda mais se considerarmos as atitudes do atual presidente americano Barack Obama que, além de considerar o presidente do Brasil como o cara, assinou um pacote de estímulo a recuperação da economia americana. Este pacote incluiu o chamado “American Recovery and Reinvestment Act of 2009” no valor de US$787 bilhões, o “Public-Private Investment Program” no valor de US$2 trilhões para reerguer o mercado imobiliário e também realizou uma intervenção no mercado automobilístico salvando da falência empresas como a General Motors e a Chrysler. O pensamento de Keynes comandou as bases do capitalismo mundial entre a década de 1940 e final dos anos 70. No Brasil, o pensamento keynesiano vigorou até final dos anos 80, principalmente no que diz respeito ao Estado interventor. Ou seja, a forte intervenção do Estado na economia brasileira, entre as décadas de 50 e 80, foi realizada com base teórica fundamentada no pensamento de Keynes. As suas idéias e as dos seus seguidores foram adotadas por vários governos ocidentais e também por muitos governos do terceiro mundos. Constituem, até hoje, a essência da política econômica mantida nos Estados Escandinavos, cujas populações desfrutam dos melhores padrões de vida do mundo. A sua influência começou a diminuir a partir dos anos 70 com a ascensão dos monetaristas, provocada pela crise do dólar norte-americano de 1971, durante o governo Nixon, quando os Estados Unidos se viram obrigados a interromper a conversibilidade do dólar em ouro, mas ressurge depois de 1986 com a publicação do teorema de Greenwald-Stiglitz e o surgimento dos economistas novo-keynesianos.
9) Para Adam Smith qual a fonte de riqueza de um país? Explique.
Durante o período feudal, a propriedade de terras era a única forma de riqueza compreendida. Com a chegada do mercantilismo, houve uma redução do poder da igreja católica romana e uma forte centralização do poder: o absolutismo. Nesta época, acreditava-se que o papel do governo era acumular riquezas na forma de ouro e prata. A seguir temos a chamada escola fisiocrata. Os fisiocratas acreditavam que não bastava a acumulação de metais preciosos, mas era necessário ampliar a produção agrícola. Para eles, a agricultura era a única forma de trabalho produtivo.
Para Adam Smith, a riqueza somente pode ser conseguida através da posse do valor de troca. Para ele, valor de troca é a capacidade de obter riquezas. Em outras palavras, valor de troca é a faculdade que a posse de um determinado objeto oferece para adquirir outras mercadorias. De acordo com A. Smith, a verdadeira fonte de riqueza de uma nação somente pode ser alcançada pelo trabalho. Esta mesma riqueza pode ser aumentada com: Aumento de produtividade e Especialização.
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